Descrição
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de excepção. Os vinhos tintos são produzidos a partir das castas Trincadeira e Aragonez.
As castas são provenientes de vinhas com mais de 25 anos, de talhões selecionados, em anos nos quais a maturação ocorre suavemente, mantendo as potencialidades aromáticas e de extrato próprio doas castas. Estagia 18 meses em tonéis de madeiras com mais de 50 anos e capacidade de 3.000 litros, seguida de estágio em garrafas, nas caves do Convento da Cartuxa.
O Pera Manca é o “ex-libris” da Fundação Eugénio de Almeida, situada na cidade de Évora. .
O seu nome se deve ao terreno onde era feito, um barranco com muitas pedras soltas. Diziam então que estas pedras balançavam, mancavam. Das “pedras mancas” surgiu o “Pera-Manca”, que só é produzido nos melhores anos.
São vinhos encorpados, complexos e elegantes, com aroma a passas de frutos e essências das madeiras de estágio. Devido à grande qualidade dos taninos e madeiras utilizadas, são vinhos que apresentam grande longevidade, necessitando de algum tempo para revelar todo o seu potencial.
Nota:
Os vinhos antigos poderão apresentar sujidade e rótulos danificados que estão de acordo com a sua idade. O Espaço do Vinho armazena todos os vinhos da forma mais correcta mas opta sempre por manter o aspecto visual inerente à idade dos mesmos.
Geralmente seleccionamos as marcas/regiões que contém maior capacidade de guarda e evolução
. Porém, o vinho é um organismo vivo que como outros está exposto ao tempo e ainda que dentro de uma garrafa os aromas estão sujeitos a diferentes evoluções.
Assim, o Espaço do Vinho não se pode responsabilizar pela qualidade do vinho, visto tratar-se de um vinho velho. A nossa recomendação passa por abrir e deixar arejar a garrafa previamente pois ajudará a libertar os aromas naturais do vinho depois de tantos anos fechado.
Evite decantar o vinho poderá ser uma operação demasiado agressiva para os vinhos velhos.







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